| — | Géssica. |
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
“Ultimamente tenho tido problemas para dormir, para sorrir, para brincar, para tomar uma única atitude certa se quer, para valorizar aqueles que realmente merecem ou mesmo para chorar. Sabe, desde que você se foi eu tenho tido dificuldade para fazer muita coisa, meus dias tem se tornado cada vez mais monótonos, a saudade vai invadindo meu peito e minha mente de uma forma quase inimaginável, me deixando assim, sem saber ao certo o que sentir, o que fazer. O problema é esse; eu não sei amar pela metade, não me conformo com o “quase”, não sei sonhar meio sonho. Se amo, amo pra valer, daquele jeito que não importa o que aconteça eu estarei lá, cuidando e protejendo, esquecendo-me do significado da palavra limites. Esqueço-me de tudo aquilo que considero 2° plano e dedico-me somente a você, a te fazer feliz. E agora dói; dói saber que não posso mais demonstrar todo esse afeto por você, que não posso mais te tocar ou ao menos lhe pedir se andas bem. Eu ainda te cuido, mesmo que tu não saibas, mesmo que tu não queiras, mesmo que tu não te importe. Te observo, mesmo que de longe, sofro com a tua dor e te guardo, bem aqui, dentro do meu coração.”
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